quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

CRIAÇÂO FINAL




A Psicologia no Convívio em Geral (2)

Para a criação final, pensamos e repensamos no que iremos fazer. Após algumas pesquisas, pudemos entender que cada tema pesquisado está obviamente, assim como a psicologia em geral, ligado ao comportamento do individuo. Concluímos que este comportamento não é observado de forma mais relevante a caráter do individuo singular, mas sim da conduta deste individuo em meio a atividades em equipe. Desta forma, fizemos uma analise dos conteúdos como um todo, realizamos a junção das teorias estudadas e percebemos que a partir desta síntese é possível extrair um tema central de abordagem e organização das ideias para nossa criação.
Pensando em inovar, e não simplesmente sintetizar os argumentos, escolhemos focar nas relações interpessoais, correntes em qualquer espaço de trabalho, familiar ou escolar. Entendemos que, no mundo atual em meio a abundantes inovações tecnológicas e a um mercado de trabalho altamente competitivo, aprender a conviver em grupo é ainda mais trabalhoso e de extrema importância. A atuação, conduta e costumes do individuo perante o próximo, é, hoje, o grande diferencial que o mantém acesso e inserido no mercado de trabalho. Ao buscar o entendimento da Psicologia Organizacional, e por esta tratar-se justamente da interação e melhoria nessas relações em grupo, interpessoais, nos foi transmitido a associação, por exemplo, da Psicanálise e da técnica Brainstorming com a interpessoalidade.
Ao finalizar o ciclo de pesquisas, concluímos que as associações de cada tópico estudado no conteúdo programático relacionam-se com a Psicologia Organizacional, de maneira que cada um daqueles nos remete a compreender o comportamento do individuo perante as atividades exercitadas no meio externo o que, foi o propósito principal que nos levou a encontrar o tema central da nossa criação, onde nesta faremos pontuações que achamos importantes, interessantes e criativas para melhor desenvolvimento das ideias junto à espontaneidade.
Desta forma, nesta criação iremos relatar desenvolver e sintetizar as relações interpessoais no trabalho de grupo de acordo com os temas da psicologia tratados e abordados no semestre corrente.
Primeiramente, Vamos realizar a organização das ideias edificando o agrupamento dos objetos abordados no semestre, já que todos têm ligação direta com o desempenho humano, o que reflete nas relações interpessoais. Esta ligação, por sua vez, foi possível de ser compreendida através da teoria criada por Freud na década de 1890, demonstrando assim a percepção que os problemas do individuo originam-se de acontecimentos ocorridos na vida, gerando assim a não aceitação do fato e causando repressão em seu inconsciente o que afeta suas emoções de maneira que há o surgimento de fantasias imaginarias. Extraindo o plano desse conceito e abusando da espontânea criatividade, nossa elaboração final será desenvolvida em três partes isto posto serão compostas as considerações e, principalmente o planejamento da justaposição de tudo alcançado por nós.
Temos, portanto, o intuito de fazer por em escrita, concretizado e relacionado todo o conteúdo por nós compreendido dando inicio assim a abertura de novos conhecimentos e postura decorrentes no dia.
Os segmentos serão fracionados da seguinte maneira:
1º Composição do desenvolvimento inicial.
Neste as informações serão constituídas de forma geral. Nosso escopo baseia-se no propósito de elencar os conteúdos e conceituá-los, delineando de método reduzido a concepção a ser trabalhada, ou seja, dentro de todo o contexto, por exemplo, da Conserva Cultural, buscaremos um pequeno conceito que nos auxiliará e será utilizado na produção.
2º Composição do desenvolvimento principal.
No desenvolvimento principal, estará todo o nosso ponto de vista. O centro de nossa idealização é explicar e explicitar o que foi entendido e absorvido. Mostraremos, nesse desenvolvimento, de forma mais ampla e detalhada o que nos chamou atenção para que a criação seja baseada nas relações interpessoais.
3º Composição da conclusão final.
Considerada por nós o fechamento do semestre vigente, o que nos foi ensinado e concebido, demonstrando nossa conclusão de tudo que foi abordado em sala de aula, nas pesquisas e em convívio com o nosso próprio meio interpessoal, que é a relação entre os colegas de curso na Uneb.             
Os instrumentos a serem utilizados, escolhidos por nós, permitindo maior desenvoltura e associação a nosso tema central, são:
·        A Psicanálise (Insight/associação livre) nos permite entender o comportamento do próximo através de observações de suas ações, para que assim consigamos por dedução ou lógica criar novos meios de relacionamento para que assim haja um convívio harmônico e saudável.  
·        Brainstoming, transformando nossas ‘’tempestades’’ de ideias em argumentos construtivos para melhor progressão.
·        Leis da Dialética, que nos permite compreender as ações humanas de maneira dinâmica. O conceito dialético nos dispõe a percepção que o pensamento e o que nos cabe à realidade pode ocorrer de forma simultânea, nos levando a buscar e abusar do conhecimento espontaneamente e didaticamente para melhor clareza.
·        Criatividade, um dos principais instrumentos, pois nos permite ter nosso próprio diferencial, criando, inovando e gerando oportunidade de destaque na nossa compreensão.
·        Espontaneidade, que, associado a criatividade, nos leva a criar de maneira autêntica, com nossa originalidade.
·        Conserva Cultural x Cristalização, mostrando que os costumes, as repetições dos hábitos e ações ao longo da vida, criam barreiras na desenvoltura do individuo bloqueando novas informações e possíveis alternâncias no comportamento habitual. 
·        Psicodrama, o foco desta técnica nos ajuda a promover a espontaneidade para melhor integração do individuo ao coletivo através da comunicação verbal e não verbal.
·        Dinâmica de Grupo, com suas técnicas para tornar a integração mais saudável, nos ajuda descontrair as ideias e deixa-las mais claras, objetivas e de melhor entendimento com situações diárias.
·        Cultura Organizacional, que valoriza as características na organização fazendo com que seja possível o cumprimento de metas e objetivos sem que se quer haja abalo tornando assim a organização ainda mais solidificada e forte.
·        Mundo S/A (Episódio 1 e 2), nossa fonte de inspiração. Após assistimos os dois Episódios em questão, pudemos assim fazer a ligação entre todos os outros temas e a Psicologia Organizacional. O mundo s/s trata exatamente sobre a relação, comportamento e conduta interpessoal do individuo na inserção no meio de trabalho. Essa concepção nos permitiu extrair o que anteriormente citamos: nosso tema central.
Por fim, para que seja de fato inicializada nossa Criação Final, nosso maior objetivo é demonstrar de que forma pudemos associar todos os assuntos a nossa vida pessoal em ações que estão presentes no nosso dia a dia.
A Psicologia Organizacional está ligada a empresas. Nesse espaço de convívio coletivo, onde ocorrem disputas por Status, o trabalho psicológico no meio de trabalho é essencial para melhor bem estar e geração de relacionamentos saudáveis.
Nosso objetivo é focar no senso que deveria ser comum a todos e, muitas vezes por questão de predominância da conserva cultural, nem todos tem acesso e entendimento às mesmas concepções no sentido vulgarmente chamado de ‘’mente fechada’’.
Nesta criação, é imprescindível demonstrarmos que é necessário melhorar nossas relações em grupo, pois, por sermos estudantes do nível superior e porque posteriormente seremos inseridos no mercado de trabalho (comentado acima por ser um espaço competitivo o qual estamos passivos) é de extrema importância aprendermos dinâmicas e comportamentos adequados em meio as relações com o próximo.
Desta forma, pretendemos assimilar todas as compreensões psicológicas que, de forma direta e agressiva modificam as relações em grupo, já que cada indivíduo é dotado de personalidade singular, onde todos são possuidores de livre arbítrio para aceitar ou represar os hábitos (conserva) do outro.
Portanto, voltamos a enfocar nossas causas predominantes:
·        Clareza
·        Compreensão
·        Aprendizagem
·        Convívio em Grupo
·        Ação Recíproca
·        Aumento da Criatividade e
·        Aumento da Espontaneidade
·        Maior Conhecimento
·        Dinâmica
·        Atuação (Presente no Psicodrama)
·        Ego
·        Comportamento

1ª Parte: Desenvolvimento Inicial

Um campo clínico de que investiga situações mentais baseando-se na ideia que os problemas dos indivíduos originam-se de acontecimentos ocorridos na vida e que são ocultados pelo próprio individuo fazendo assim com que este reprima no inconsciente suas emoções criando fantasias inexistentes, é decorrente no tratamento psicanalítico. Permitiu-nos maior entendimento do que se trata a mente do próximo. É preciso observar o adjunto e perceber suas diferenças, aprendendo com essas diferenças, buscando melhor convívio.
Por sua vez, buscamos o tratamento dessas frustrações ao fazer com que o próximo nos revele o que já vivenciou e o que vier a sua mente no diálogo, objetivando o reconhecimento e a conscientização do seu ‘’trauma’’ esclarecendo sua repressão que perturba o equilíbrio emocional o que o leva a ter comportamentos duvidosos.
 Essa busca nos faz entender algumas ações e situações que podemos vir a encarar no contato com aquele que estamos em comunicação, ou seja, no nosso dia a dia, quando conhecemos alguém, sempre buscamos o dialogo para conhecer aquele que é novo em sua vida. Às vezes nos deparamos com atitudes acerca desse individuo, e nos perguntamos o por que de se agir assim, é quando, através da analise observadora e entendedora do próximo, podemos concluir que houve transformações mentais em sua vida.
Consistente na observação das ações e fantasias imaginárias do individuo, com a psicanálise o paciente obtém maior compreensão e busca a conquista do autocontrole. O Insight e a associação livre são a capacidade de discernimento, que será obtido após tratamento e estimulo do inconsciente, sinônimo de intuição, utilizado no tratamento e considerado como as vias para chegar ao inconsciente.
Com os mecanismos de defesa que são os processos do inconsciente que procuram soluções para conflitos não resolvidos ao nível da consciência, é a resposta que damos a ações vivenciadas, onde cada individuo age de modo a lhe proteger, para fazer com que o outro sinta suas mesmas emoções, fazendo com que a ação seja recíproca.
Para apresentar os diferentes tipos de manifestações que as defesas do Ego apresentam, hão diferentes tipos de reações, já que ele não se defronta só com pressões e solicitações realizadas pelo proximo. Sendo o Id a Mente, o inconsciente que é onde você libera as emoções aprisionadas. O superego é a barreira e o ego são as lembranças, a memória, a inteligência e o raciocínio.
Esses acontecimentos, para nós, é o que cria as relações desarmônicas, o que gera muros invisíveis que impossibilitam o relacionamento entre um grupo.
Em oposição a esta concepção que o comportamento humano está ligado as emoções e a mente do individuo, vem a teoria Behaviorista. Para o Behaviorismo, o comportamento está ligado ao ambiente que se é vivenciado e não ao procedimento mental. O behaviorismo, que significa conduta, é um conceito na psicologia que visa o estudo do comportamento humano e suas divergências de acordo com o ambiente de convívio.
Para o criador da teoria, a psicologia não deveria apenas estudar os processos mentais (o que era vigente logo após a criação da ‘’filosofia’’ psicológica), mas sim o comportamento visível, passivo de observação, aquele que responde aos estímulos sendo possível prever e controlar a conduta humana através do estudo do meio que se vive.
Os dois temas de conceitos opostos, têm como mesmo objeto de estudo o desempenho humano. São ligados pelo mesmo elo de compreensão, porém entram em contradição ao proceder seus instrumentos para estudo. Enquanto um analise e trata as ações de forma mais verbal, entre diálogos e relações de fatos a outra busca observar para compreender.
A junção do pensamento e realidade em ação simultânea mostra que a sociedade é definida por fatores materiais como o conhecimento científico e não por influência divina como acredita a religião.

A primeira lei da dialética nos transmitiu que tudo é passivo de mudança. Visa fundamentar que nada é absoluto, definitivo e que tudo tem passado e futuro, ou seja, estuda o modo como surgiu e o modo como ''aquilo'' se transformará futuramente. As ações humanas são exatamente assim, quando tratamos de personalidade do outro, nunca sabemos ate onde essa capacidade pode chegar.

Ninguém é cem por cento certo, firme, pensamento formado. Sempre, ao buscar novo conhecimento, ao conversar com outro ser de pensamentos diferenciados, ao receber novas informações e opinião do próximo, vemos ao nosso redor os acontecimentos de maneira diferente, fazendo com que nosso pensamento e afirmações sejam alterados.

Denominando-se por uma cadeia de processos que demonstra a influencia de tudo sobre tudo, a ação recíproca é, no nosso dia a dia, tudo aquilo que nos rodeia, tudo aquilo que nos é de conhecimento e personalidade nas nossas atitudes que faz com que agimos de tal forma, a retribuir uma ação com outra semelhante.

Toda ação deriva de outra, e assim sucessivamente. Há, assim, um circulo vicioso onde se volta sempre para o ponto inicial do processo de reciprocidade, porém essa atitude recíproca é realizada sob ângulos diferenciados ampliando o formato de análise da situação em questão.

Toda ''coisa'' e acontecimento não é por si só verdadeiro, é a transformação do fato na sua contradição, assim, no interior de casa coisa existem forças opostas que tendenciam para a afirmação e para negação. Entende-se que algo afirmado surja de uma negação. Diz-se então que uma afirmação nunca é absoluta uma vez que na própria afirmação há uma negação e é por este motivo que tudo se transforma, e onde há transformação, há contradição.

Se algo no processo de transformação não muda a natureza, dar-se a mudança quantitativa. Ao mudar e torna-se outra ''coisa'', há transformação qualitativa. Encontramos essas mudanças exatamente no que dissemos anteriormente, ao aprender a conviver e relacionar-se com a personalidade do nosso próximo. Pessoas que tem dificuldade de se relacionar são pessoas cujo inconsciente é passivo de um bloqueio as transformações, ou seja, pessoas que acham que só a sua opinião está correta e são essas mesmas pessoas que têm transformações qualitativas, onde essa transformação só irá ocorrer se for uma necessidade entendimento do mesmo que é preciso mudar.

Com a capacidade humana de inovar para sua evolução, o processo de criatividade dar-se através da interação de pensamentos de pessoas no contexto social tratando da ativação das funções da mente através de estímulos. No decorrer de nossas relações, estamos totalmente passivos de realizar atividades criativas, como por exemplo, ao resolver situações, que em muitos pode gerar estresse, de forma dinâmica e original.
Podemos perceber a inserção da criatividade no nosso dia a dia, desde o principal convívio que é entre família, ao, por exemplo, presentear um parente ou um amigo seja em épocas festivas ou ‘’criando, inovando’’ ao gerar estimulo no próximo de satisfação, até as questões de trabalho onde aquele que é capaz de estar sempre atualizado e bem informado, inovando e criando continuamente, se destaca mais e é tido como um funcionário da geração Y.
A resposta dos estímulos feitos a um indivíduo através de situações inesperadas e improvisadas, ou seja, criar de maneira autêntica e improvisada faz de nós pessoas mais dedicadas, decididas, espontâneas e descoladas, pois quando falamos de espontaneidade logo surge a ideia de criatividade, já que, onde há ação espontânea, seja por curiosidade ou por necessidade do conhecimento, onde está presente também a inovação e criação para melhor relacionamento entre o grupo, sendo assim possível notar que elas estão relacionadas uma com a outra e que tais atitudes estão correntes no nosso dia a dia permitindo nos tornar mais notórios.
No inicio de uma paixão, todos os acontecimentos, mesmo os mais insignificantes são mentalmente relacionados pelo individuo passivo do sentimento ao objeto de sua paixão. Relacionado com conserva cultural quando se refere a: estagnação, apego excessivo, opinião, ação de se concentrar, fixar em torno de um sentimento, de uma ideia, assunto, ou seja, universo fechado, personalidade forte, fazendo com que as opiniões mais uma vez não sejam alternadas, sejam mantidas de forma ignorante, grosseira, mas que para o realizador da ação é normal, cristalizado.

A repetição por costume de ações e hábitos ao longo da vida, previamente definidos, que são mantidos fazendo com que os indivíduos fiquem ‘’programados a tais comportamentos iguais a gerações anteriores, tornando-o sem criatividade em suas ações e espontaneidade para desenvolver sua própria atitude, pode ser observado por nós através do entendimento de psicanálise. Ao observar uma pessoa conservadora, entendemos e percebemos a dificuldade que será encontrada para um relacionamento harmônico.

Estabelecendo ligação e compreensão entre as quatro situações acima apresentadas, é possível perceber que a conserva cultural cristalizada cria barreiras, bloqueios no individuo impossibilitando o desenvolvimento da sua criatividade e espontaneidade própria. Essa cristalização é o que nos torna indivíduos presos a um universo fechado de pensamentos e ideias.

Esta falta de criação e ações espontâneas implica no possível diferencial que seria obtido por nós se fossemos diferentes. Esse diferencial é o que hoje as organizações buscam no profissional. A criatividade não está presente apenas na vida pessoal, no amor, a criatividade é de extrema importância no meio de trabalho,pois inovar revigora, torna atual, enquadra o individuo nas novas gerações que estão se estabelecendo na sociedade.

A dinâmica de grupo que propõe testar a capacidade de criatividade do individuo ou equipe fazendo com que seus pensamentos e ideias sejam unidos para chegar a um senso comum, tem com o propósito principal a necessidade de gerar sentimentos e estímulos para inovar, acrescentar as ideias, ampliar o conhecimento e banco de dados sem desconsiderar as ideias individuas de cada componente presente permitindo a liberdade de expressão do próximo, ao elencar suas idealizações e seguimentos.

Essa dinâmica de grupo tem como objetivo estimular o trabalho em conjunto. Trabalha o desenvolvimento perceptivo das diferenças e semelhanças entre os indivíduos. A dinâmica promove melhoria nas relações grupais, tornando o ambiente saudável e mais integrado.

Na Uneb, em sala de aula onde há o convívio diário com pessoas diferentes, porém que estão ali com algo em comum a você, que é a escolha da profissão, essas dinâmicas são sempre aplicadas, pois, no nosso meio, há sempre a necessidade de resolução de algum fato que seja comum a todos os alunos, ou seja, o que queremos demonstrar é que todo mundo precisa de todo mundo. Sempre há interesses em comum, onde nem sempre é possível que seja resolvido por apenas um interessado, é necessário a união de todos, a junção dos pensamentos e ideias. É necessário não apenas unir-se, mas também compreender o colega afim de buscar o melhoramento igualitário para todos.

O conjunto de características presentes em uma empresa e no seu espaço de trabalho é chamado de Cultura Organizacional. Assim como a Conserva Cultural onde prevalecem os hábitos do ambiente de convívio do individuo, a cultura organizacional é constituída a partir desta conserva de todos os membros reunida, onde é possível notar os elos e características que a organização valoriza para assim atingir metas e objetivos.

Realizado num palco ou cenário que é o local do acontecimento dramático, atuado por um protagonista (nós mesmos no convívio social) e que de maneira espontânea improvisada convida o individuo a criar sua própria história, a ação psicodramática visa, no nosso dia a dia, promover estados espontâneos que nos integra ao coletivo através de comunicação verbal e não verbal.

O foco e importância do psicodrama no decorrer de nossas vidas é retratar lembranças passadas, situações, conflitos, com o objetivo de promover o estimulo à criatividade e espontaneidade para que haja postura em nossas vidas nos levando a melhor convivência em grupo e conosco através de sua terapia.

 Apesar de ter ligação direta com o teatro, a grande diferença é que na terapia psicodramática, o enredo encenado é verídico, vivenciado pelo protagonista (paciente, nós) para que assim a investigação da mente humana seja através da ação que realizamos simultaneamente.

Os episódios de Mundo S/A nos permitiu perceber a importância da construção de um ambiente saudável de trabalho para melhor relacionamento. Há, hoje, enorme falta de líderes no mercado o que provoca a ausência de criatividade, a acomodação. A existência de boa liderança é o que determina manter-se ou não no mercado de trabalho e essa liderança é constituída através das relações interpessoais, seja em família, na escola ou no ambiente de trabalho.

Os grandes líderes criam motivação no individuo ou grupo buscando melhores resultados, pois, aquele que se sente a vontade, é incentivado e reconhecido, apresenta mais resultado. Pessoas felizes produzem melhor, valorizar as pessoas e suas capacidades as torna mais dispostas a exercerem com sucesso e perfeição suas funções.

É necessário que haja prazer no trabalho. Um líder deve tratar o próximo como gostaria de ser tratado, respeitando para receber respeito. O líder deve deixar as relações transparentes para que haja maior interação, questionar as mudanças no mundo visando sempre a atualização de suas ideias e desenvolvimento acompanhando as novas gerações.

2ª Parte: Desenvolvimento Principal

Todos os temas falam sobre o comportamento do individuo, seja perante a sociedade, perante ele mesmo ou perante o convívio com o próximo. Ao longo das pesquisas, não conseguimos perceber a relação entre um tema e outro, pois para nós as ligações dos temas não faziam sentido.

Por ultimo, assistindo ao primeiro episodio de Mundo S/A, as ideias foram surgindo e com elas a percepção que todos os assuntos de maneira singular e com suas próprias ‘’regras’’ tratavam dos mesmos propósitos: as relações entre as pessoas.

Tais relações, para cada campo da psicologia, são encaradas de forma diferente e nós conseguimos adquirir essa percepção  de modo que o comportamento, a conduta, as atitudes e ações dos indivíduos, sofrem influencia de varias situações e elementos que os rodeia. Quando percebemos essa ligação entre os temas nos fez pensar e absorver junto a Psicologia Organizacional que as relações interpessoais estão totalmente presentes no nosso dia a dia.


Todos nós, ao nascer, já somos encaminhados às leis naturais da vida. Nascemos, crescemos e somos educados a fim que possamos posteriormente ser inseridos, praticamente jogados, a sociedade.
No convício social, nenhuma ação fora do comum é aceita e não passa despercebida. Se você é bom, não há reconhecimento. Se errar, tudo de ruim cai sobre si.

Portanto, é daí que entra o trabalho realizado pela psicologia. O trabalho com a mente, o desenvolvimento do raciocínio, despertar de interesso para o conhecimento e interpretação de seu próprio comportamento, possibilitando a quebra de barreiras para melhor convívio com o próximo.

Entendemos a partir da análise de Mundo S/A, a cobrança que a sociedade nos faz. Os temas, as interpretações, as opiniões percebidas por nós em sala de aula, é uma relação interpessoal. É um desenvolvimento, um teste em grupo das relações.

No nosso convívio com os colegas, é notória as diferentes personalidades, diferentes pensamentos que entram em choque, conflito de ideias e é ai, por exemplo que entra a técnica Brainstorming, fazendo unir as ideias de todos promovendo o maior crescimento de uns e o melhor entendimento de outro. E, é nesse ponto que se dão as relações. É preciso entender o próximo para querer fazer e querer crescer.

O psicodrama, por exemplo, é vivenciado por nós diariamente em sala de aula, quando percebemos que cada um presente é o protagonista de nosso próprio convívio. As trocas de experiências e informações são correntes no nosso convívio e, no mercado de trabalho não é diferente. Os atributos arrecadados são de mesmo intuito: relações saudáveis.

Foi, então, a partir dessa concepção de relação entre os temas que pudemos extrair nosso entendimento e conhecimento. É preciso saber lidar em grupo, pois qualquer resultado que se procura, você precisa, necessita de pessoas e para obter resultados através de pessoas é preciso fazer com que estas pessoas estejam perto de você.


O bom convívio, o carisma, o valorizar do próximo, aproximam as pessoas e quebram barreiras que as impede de ter boas relações. O convívio saudável faz com que seja possível entrar e entender o dia a dia dessas pessoas consegue entrar até no inconsciente.

As aproximações levam de um líder a seu subordinado, faz com estes tenham boa relação. Essa boa relação leva o líder a encontrar a problemática que impede seus próximos de crescerem, que os impede de realizar com determinação, segurança e êxito nas suas atividades.

E foi isso que pudemos perceber. A necessidade de reinventar os pensamentos e relações é presente no bom convívio e, para isso ser possível, encontramos na psicologia as dinâmicas de auxilio para bom convívio em grupo.


3ª Parte: Desenvolvimento Final

Concluímos que tudo que foi visto no decorrer do Semestre está ligado ao nosso dia a dia, no convívio com o nosso próximo e nas empresas que posteriormente serão o nosso espaço de trabalho e convívio que mais nos será cobrado a política de boa relação.

Todos nós necessitamos aprender a conviver em grupo. Precisamos deixar o egoísmo e individualismo de lado, pois, como já pudemos explicitar anteriormente com nossa opinião, ninguém vive sozinho; ‘’todo mundo precisa de todo mundo’’.

Diariamente nos deparamos inseridos em situações onde sempre prevalece a boa relação. Tudo é a forma como se fala, como se faz, como se age. Perdemos oportunidades na vida justamente por não sabermos nos porta, por não haver desenvoltura para saber se expressar.

É, a partir dessa concepção, que tiramos nossas conclusões. A psicologia faz parte de nossas vidas. Em realidade, percebemos não só a importância da psicologia, mas também as relações interdisciplinares. Tudo é corrente. Na vida, é necessário que saibamos de tudo um pouco. Precisamos abrir nossas mentes e buscar sempre o novo.

O mundo a cada hora está sendo bombardeado de informações, de avanços tecnológicos, de mudanças no comportamento, de visão da sociedade como um todo e é essa mesma sociedade (a qual somos nós mesmos que a construímos, somos nós mesmos a própria sociedade) é nosso maior cobrador, é onde somos obrigados a responder a seus estímulos sempre como ela quer ser respondida.

Todos os objetos estudados nos nossos exercícios em grupo deste semestre, nos permitiu perceber que as relações em grupos estão presentes tanto nas pesquisas teóricas e praticas na Matéria de Psicologia Organizacional, como na Sociologia, que sempre há a realização de trabalhos em equipe, onde temos que saber ouvir o colega, interpretá-lo e fazer de sua opinião e conhecimento uma fonte de informação, fonte de avanço da mente.

Sejam na relação entre as matérias de Contabilidade e Produção textual, Fundamentos da Matemática e Teoria Econômica, sempre há a percepção e aprendizagem em equipe. Sempre há a necessidade de buscar o próximo como auxilio, por exemplo, àquela matéria que temos menos afinidade. Ninguém é melhor, mais inteligente que ninguém. Tudo parte da nossa força de vontade.

Aprendemos também que só fazemos transformações no nosso comportamento, quando há interesse pessoal. É nesse aspecto que evidenciamos a necessidade de aprender a conviver com o próximo. Sempre haverá um momento em que vamos precisar de auxilio, de base e apoio para assim desenvolvermos nossas atividades. Ou seja, não há para onde fugir, há sim a necessidade do bom convívio.

Percebemos também, a ligação entre todos os temas propostos estudados, já que, todos são ligados ao entendimento do comportamento humano, a busca do conhecimento do próximo, a busca da melhoria em nossas vidas, nas nossas relações interpessoais, no nosso convívio e até no entendimento de nós mesmo, de nosso comportamento.

Sendo assim, concluímos que Psicologia Organizacional como uma área que é presente nas relações empresariais (convívio de trabalho) nos ajuda a um melhor entendimento e envolvimento em grupo melhorando nossa dinâmica e as nossas relações com os indivíduos e seus aspectos, ajudando a valorizar nosso colega de trabalho e a fazer com que sejamos valorizados profissionalmente, para que assim, sejam criados estímulos que nos levará as ascensões seja no campo trabalhista como também no nosso meio
familiar e geral.

Aplicabilidade

A disciplina de Psicologia Organizacional e tudo aquilo que foi por nós estudado, nos proporcionou um novo conhecimento sobre nós e nossas relações. Queremos dizer com isso que foi um aprendizado que nos fez perceber que tudo que nos rodeia é composto de ações, contradições e transformações.

Dentre todas as disciplinas estudadas, há sempre as atividades grupais. Percebemos através da psicologia que podemos, de maneira dinâmica e terapêutica mudar nossas relações, como por exemplo, em nossa ultima aula de Psicologia Organizacional, que houve o desenvolvimento de uma atividade em grupo de integração, onde na brincadeira ocorreu a necessidade de confiar e acreditar no próximo. É aí que nos perguntamos: sempre agimos dessa forma? Sempre confiamos no próximo? A dinâmica realizada nós permitiu sim confiar naquele que convive conosco e isso nos proporcionou, definitivamente o entendimento de tudo aquilo que nos foi passado no decorrer do semestre.

Para finalizar, queremos deixar exposto aqui, que conseguimos sim aprender aquilo que foi de intenção do nosso mentor (Icó):

“O foco da mudança não está no outro, o foco da mudança está em você mesmo”.


Bibliografia

VELOSO, elionara gomes, QUEIROS, larissa pereira. Psicologia no convívio em geral, edição 2, Camaçari uneb 2012. Pp16.